quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Com direito a coral Faith No More encerra SWU 2011.



Em sua segunda edição, o festival reuniu vários estilos musicais em três dias de festa.
Realizado na cidade de Paulínia no interior do estado de São Paulo, a área de 1,7 milhões de m2, possibilitou uma organização bem melhor do que a realizada em ITU no ano passado, entretanto a divisão dos palcos não foi a mais adequada, fazendo com que o público tivesse que se deslocar rapidamente entre o intervalo dos shows, desta forma, quem foi ver vários artistas não conseguiu ficar em um lugar razoavelmente bom em todos os palcos disponíveis. Diferentemente da sua primeira edição, onde os palcos ficavam localizados um ao lado do outro, sendo feito de maneira que o público conseguisse aproveitar todos os shows.
Reunindo diversos estilos e agradando públicos diversificados, o festival teve atrações do pop ao hard rock. 

                                                                     
No ultimo dia foi dedicado aos amantes do rock e suas vertentes, variando com bandas que tocam desde emo até o havy metal. Destacando-se: os nova-iorquinos do Sonic Youth, que fez uma apresentação impecável, relembrando sucessos de sua carreira. Deixando os fãs com ‘água na boca’. Os apaixonados pelo rock alternativo e instrumental sabiam que esta pode ter sido a ultima apresentação da banda devido a separação do casal Gordon.
                                        
                                                                   Foto: Caio Kenji G1


 Outro momento memorável foi à apresentação de encerramento do Faith No More, com muita energia e empolgando a multidão. Liderados por Mike Patton cantaram vários hits e tocaram com a presença do coral de Heliópolis.

 

                                                   Foto: Caio Kenji G1


                                                   
                                              Disfrutem show completo SWU


                                                      

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O quadrado da exclusão.


Antes de postar minha opinião sobre o SWU, irei expressar a respeito das áreas destinadas a pessoas com deficiência.
Parece notório que a organização destes eventos não dá importância a este tipo de público, sempre situado em locais mais altos, porém, distantes dos palcos, em forma de ‘chiqueiro’, alguns portadores de deficiência se sentem isolados da festa.
Outra questão interessante para se observar, é que esses locais não são adequados para muitos tipos de deficiência, restringindo para as que têm uma deficiência motora.
Seria mais interessante colocar estes espaços em locais nos quais essas pessoas possam se destacar da multidão?
Desta forma esse público realmente se sentiria‘especial’.  O que essa pequena parcela quer de diferente?
Nada demais, apenas, serem notados pelos artistas assim como: a massa, e desta forma sentirem uma emoção diferente.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Pearl Jam Volta ao Brasil após seis anos


    Matt e Eddie. T4F Entretenimento | Foto: MRossi



Desde 2005 os fãs aguardavam o retorno da banda ao país. Com uma turnê que passará por São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre.

Liderados por Eddie Vedder, a primeira apresentação ocorreu no Estádio do Morumbi, no ultimo dia 3 de novembro, em uma noite fria e com público de aproximadamente 25mil pessoas.

O show em comemoração aos 20 anos de carreira foi repleto de grandes sucessos e poucas músicas de seu ultimo trabalho. No total foram apresentadas 27 músicas, em pouco mais de duas horas.

Com muita energia os representantes do Grunge emocionaram e divertiram a massa.

 



 



 

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Misturas musicais marcam mais uma edição do Triângulo Music


Por: Igor Castanheira

A sétima edição do festival de musica do triângulo mineiro reuniu vários estilos musicais proporcionando uma grande festa.
Realizado nos dias 07 e 08 de outubro em Uberlândia no  CAMARU , misturando várias tribos como:  sertanejo, Rock, Pop, Samba e Pagode.
No segundo dia do Triângulo Music estava nublado, o publico não compareceu conforme era esperado pela organização. Com isso, todas as opções de entretenimento para o publico foram aproveitadas.
A apresentação do Seu Jorge fez a galera dançar e se apaixonar, A vontade no palco dançou e se divertiu com o publico que retribuía o carinho.
Logo após a energia do Seu Jorge era chegada a hora dos brasilienses do Capital inicial animarem o festival.
Em uma apresentação energizaste debaixo de muita água eles não deixaram ninguém parado, liderados por Dinho interagiu com o publico que retribuía prontamente aos seus chamados. Repleto de hits e com couvers de The Chash e Raimundos.  Encerrando com uma bela homenagem a Renato Russo, cantando a capela juntamente com a massa um trecho da música, Mudaram as estações’.


4ª edição do Rock In Rio reúne fãs do rock e do pop


Por Igor Castanheira, Cristiano Sobrinho

            Depois de 10 anos de espera voltou ao Brasil um dos maiores festivais de música do mundo.  Com uma grande história, esse espetáculo pretendia reviver o grande sucesso de suas três edições anteriores no país. Fato esse alcançado com êxito.
Embora o nome sugira um estilo musical especifico, o Rock in Rio é um festival eclético ao qual se fazem presentes diversas tribos. Em sua quarta edição no país de origem, mais uma vez essa pluralidade foi comprovada.
O evento reuniu cerca de 100 mil pessoas diariamente na cidade do rock. Situada na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro, compreendendo uma área de 150 mil m², a construção abrigava diversas opções de entretenimento para o publico, enquanto aguardava pelos shows principais. O público pode contar com várias opções de entretenimento, desde poder tocar um instrumento, a atravessar a cidade de um lado a outro a 22 metros de altura. Além de passear entre os estandes dos patrocinadores do festival.
Apesar de toda uma estrutura moderna e com uma gama de recursos tecnológicos, a área destinada a pessoas com deficiência deixou a desejar. O que dá uma impressão de que os organizadores do evento não consideram importante atender a este público.
A chegada ao festival era feita de maneira tranquila por meio de diversos ônibus exclusivos espalhados em diferentes pontos da cidade. Este meio de transporte era o mais adequado tendo em vista a aproximidade em que seu ponto final tinha do evento. Entretanto, quem foi com excursões ou táxis não podiam ficar próximos, fazendo com que a caminhada fosse longa até o portão de entrada principal.

            Os shows de maior impacto do dia 23 foram focados para a juventude com artistas pop. Já no palco Mundo, a abertura foi feita pela Orquestra Sinfônica Brasileira e pelo cantor Milton Nascimento, que homenagearam a banda inglesa Queen. Dando continuidade ao festival a orquestra permaneceu no palco para acompanhar o show em conjunto dos Paralamas do Sucesso e Titãs. As bandas brasileiras fizeram seu espetáculo recheado de grandes sucessos das décadas de 80 e 90 que animaram o público para a sequência da noite.
 
            Logo depois dos roqueiros foi à vez da baiana Claudia Leitte subir ao palco principal. Em um show com muita energia, porém, o público mostrou seu descontentamento com a cantora, que foi bastante vaiada.
A californiana Katy Perry, uma das atrações mais esperadas da noite, começou com ‘Tennage Dream’, e emplacou vários hits na sequência. Bem à vontade no palco, a cantora empolgou o público com sua energia.
A decepção da noite foi a cantora Rihanna, a começar pelo atraso de mais de 1 hora. Mesmo cantando os grandes hits de sua carreira, faltou emoção e interatividade com o público que esperava mais do que foi apresentado.

Noite do metal
A segunda noite reuniu fãs de grupos como o Sepultura e o Angra, que teve a participação de Tarja Turunen (ex-vocalista da banda Nightwish), no palco Sunset. Também subiram ao palco a banda paulista Glória, Coheed and Cambria, Motorhead, Slipknot e Metallica.

Finalmente chegamos a última noite da 4ª Edição do Rock in Rio no Brasil, que trouxe os dois shows mais aguardados do festival: System of a Down e Guns n’ Roses. A noite começou bem animada com a energia e empolgação do Detonautas. Seguindo o ritmo, a baiana Pitty tocou seus maiores sucessos e relembrou o rei Roberto Carlos.
Entre as atrações internacionais, a banda Evanescence agitou a multidão quando cantou as músicas mais conhecidas.
Depois de um atraso de quase duas horas, sobe ao palco o Guns n’ Roses para fazer o show de encerramento desta 4ª edição do festival. Visivelmente fora de forma, Axl Rose alternou músicas de seu último álbum Chinese Democracy com grandes hits consolidados ao longo de 25 anos de história do grupo. Mesmo embaixo de chuva, a multidão não ficou parada e se divertiu até às 5h da manhã. O momento mais marcante foi quando eles tocaram ‘Estranged’ música que não entrava em seu setlist há anos.
O festival foi encerrado ao som de um Axl que não tem mais a mesma voz da juventude, mas que ainda agrada aqueles que foram ao Rock in Rio em busca do bom e velho rock n’ roll.